Exposição Royal Blue n.º 224 no Museu da CARRIS

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Inaugura no próximo sábado, dia 22 de Fevereiro, às 17h, a exposição Royal Blue n.º 224 de Joana Gomes e Sérgio Fernandes, no âmbito dos Laboratórios Artísticos Tempos de Vista, na Antiga Carpintaria Mecânica do Museu da CARRIS.

A instalação é levada ao público por uma colaboração co-autoral que tem como ponto de partida uma longa partilha da tinta permanente Royal Blue n.º 224, que, de resto, dá nome à exposição.

Quatro frascos desta tinta foram disponibilizados de um acervo museológico e, desde então, ambos os artistas desenham e anotam com a mesma cor nos seus cadernos de esquisso, tendo transferido pequenas anotações para a pintura em grande escala, nomeadamente, para as obras realizadas na Antiga Carpintaria Mecânica.

Este espaço expositivo, na Estação de Santo Amaro, nas instalações do Museu da CARRIS, possui diversos elementos, num só tom de azul como a sinalética, as traves de madeira ou as ombreiras que, assim, entraram em diálogo com as peças instaladas.

A Antiga Carpintaria Mecânica do Museu da CARRIS dá, ainda, vida ao conceito adotado pelos artistas para esta instalação: a Palmeira, uma “obsessão” adquirida pelos autores em consequência de viagens feitas ao Brasil e a São Tomé e Príncipe.

O uso da Palmeira neste espaço faz um contraponto direto com a história da Carpintaria Mecânica, agora desativada, que servia para o corte de madeira, a fabricação de moldes e a construção das peças que compunham os elétricos. No chão existem aspiradores onde se despejava a serradura proveniente do corte.

A exposição Royal Blue n.º 224 apresenta-se, assim, como uma experiência sensorial que pode ser percecionada de diversas perspetivas, seja pelo visionamento de cada peça singular e autónomo ou das três obras como um todo.

A exposição conta, ainda, com uma sala reservada aos objetos de documentação da exposição e para os registos de vídeo do laboratório.

A exposição estará patente entre os dias 22 e 28 de Fevereiro.

Sobre o Museu da CARRIS:

O Museu da CARRIS pretende afirmar-se como um polo cultural de referência na cidade. Para esse efeito, tem feito uma forte aposta na otimização do seu espólio expositivo e tem procurado criar uma dinâmica contínua da sua oferta cultural, gerando assim uma maior atração junto de novos públicos e promovendo a repetição periódica da visita.

Com esta atitude, o Museu pretende estimular o entusiasmo pelo conhecimento da cidade de Lisboa e dos transportes públicos, servindo como uma ponte entre o seu passado, presente e futuro, bem como, contribuir para o desenhar de um futuro sustentável, através da arte e inovação pela criatividade.

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