Festival Bons Sons voltou a ficar marcado pelo sucesso

Festival Bons Sons voltou a ficar marcado pelo sucesso

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A aldeia Cem Soldos voltou a ser palco de mais uma edição do Festival BONS SONS, em modo manifesto, uma festa que nos quatro dias, levou à aldeia mais de 33.000 visitantes, para aplaudirem os 250 artistas, entre músicos e performers, nos 52 concertos, 81 espetáculos e atividades diversas, que fizeram parte da programação do festival.

Nos quatro dias, o BONS SONS contou com com muita música, dança, histórias encenadas, performances, instalação fotográfica, conversas, debates, jogos tradicionais, burros de Miranda, percursos artísticos, oficinas de música, visitas guiadas e um mural.

Foi um festival com mais, mais eficiente, sem perder a escala humana que o caracteriza, e as reações de artistas e do público não podiam ter sido melhores. Um festival organizado por uma aldeia inteira, uma comunidade onde 510 voluntários, 400 da aldeia e 110 de fora, tornaram possível o BONS SONS que existe e quer existir pela contemporaneidade no campo, por uma plataforma cultural, pelo planeamento do território, pela cidadania participativa, pelo envelhecimento ativo, pelo ensino em comunidade, pelos projetos de território, por uma ação sustentável, pela criação de espaço público e pela cultura popular.

Este ano, o mapa do recinto voltou a ter alterações, foi alargado e deu a conhecer um recanto da aldeia ainda desconhecido: o Lagar de Cem Soldos, Palco MPAGDP, que recebeu o primeiro concerto de 2019, com Carlos Batista, seguindo-se Vénus Matina, Cal, Adélia, Pequenas Espigas, Rezas, Benzeduras e Outras Cantigas, Vozes Tradicionais Femininas e Telma.

Outro recanto já conhecido – um campo de oliveiras em anfiteatro, o Palco Zeca Afonso – foi redesenhado e preparado para receber pessoas sentadas neste cenário natural e o palco com duas oliveiras plantadas (literalmente) deu lugar a momentos muito especiais quer visual quer em termos sonoros. Foi neste palco que aconteceu o concerto de abertura com a Orquestra Filarmónica Gafanhense, com mais de 60 músicos em palco e com um repertório que incluiu 10 temas de 10 edições. Houve também Lodo + Peixe, First Breath After Coma + Noiserv, Três Tristes Tigres, Pop Dell’Arte, Joana Gama + Sopa de Pedra e Luísa Sobral. Finalmente, na Igreja de S. Sebastião, palco habitual de concertos, este ano mudou de nome – Palco Carlos Paredes – recebendo as atuações de Francisco Sales, Dada Garbeck, Valente Maio e Ricardo Leitão Pedro.

O Festival BONS SONS levou à aldeia de Cem Soldos mais de 33.000 visitantes

A antiga eira de Cem Soldos voltou em 2019 a ser utilizada como cenário do festival, com um novo palco: Palco António Variações, onde aconteceram os concertos de Benjamim + Joana Espadinha, X-Wife, Paraguaii, Scúru Fitchádu, Baleia Baleia Baleia, Glockenwise + JP Simões, Tape Junk e Sensible Soccers + Tiago Sami Pereira.

O Palco Giacometti – INATEL recebeu Mano a Mano, Raquel Ralha & Pedro Renato, Gator, The Alligator, Sallim, Jorge da Rocha, Tiago Francisquinho, Galo Cant’às Duas e Pedro Mafama.

No Palco Amália, situado junto à igreja, atuaram Senza, o concerto de estreia de Afonso Cabral, Miramar e Ricardo Toscano e João Paulo Esteves da Silva.

Fora dos palcos, os concertos inesperados apanharam de surpresa os visitantes em garagens e quintais, locais desconhecidos do público do festival. Participaram Afonso Cabral, Francisco Sales, Fogo Fogo, Helder Moutinho, Jorge da Rocha, Três Tristes Tigres, Luísa Sobral e Júlio Pereira.

Nota ainda para a festa de encerramento – concerto de Moullinex, com vários convidados, seguido de DJ set, que aconteceu nos dois palcos do Largo do Rossio, onde se situam os palcos Lopes-Graça e Aguardela, que receberam ainda: Fogo Fogo, Diabo na Cruz, Helder Moutinho, Budda Power Blues & Maria João, Stereossauro, Júlio Pereira, Dino D’Santiago, DJ João Melgueira, DJ Narciso, DJ Ride e RIVAthedeejay.

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