Vendas online não travam abertura de lojas físicas - cred CBRE

Vendas online não travam novas lojas físicas em 2016!

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De acordo com o estudo “How Active Are Retailers Globally?” da CBRE, que contemplou mais de 150 grandes marcas internacionais sediadas nas Américas, Ásia Pacifico, Europa, Médio Oriente e África, o crescimento das vendas online não vai travar os planos de expansão de lojas físicas dos retalhistas, em 2016.

Oitenta e três por centos das marcas admitem nesta 7ª edição do estudo, que os seus planos de expansão das lojas não serão afetados pelo crescimento do comércio online em 2016, apesar deste cenário poder vir a alterar-se.

Apenas 22% das marcas estão preocupadas com o impacto que a forte concorrência do retalho online poderá vir a ter no mercado este ano. Do total de inquiridos, 17% mantêm ambições de larga escala, com muitos retalhistas a estimarem a abertura de mais de 40 lojas em 2016, mais 9% do que em 2015 e a grande maioria (67%) prevê abrir até 20 lojas.

Carlos Récio, Diretor de Agência de Comércio da CBRE, comenta a propósito dos resultados do estudo, que “Apesar do contexto de incerteza económica e do aumento anual da popularidade das compras online, a presença de uma loja em locais chave mantém-se um elemento essencial para reforçar a presença e a força da marca junto do público. As lojas continuam a ter que criar uma afinidade emocional com os consumidores e os clientes continuam a sentir a necessidade de se deslocar a uma loja tradicional, de tocar no produto e de usufruir do bem-estar associado à inigualável experiência de loja. A loja é essencial no contexto de experiência de compra e pode ser utilizada de diferentes formas: como ponto de recolha, como local de procura de um determinado produto ou marca ou como ponto para testar um produto. A importância da loja não se esgota na componente transacional.”

A Europa Ocidental está no topo da estratégia de expansão dos retalhistas, com a Alemanha a assumir-se como o local mais popular para 35% dos retalhistas, logo seguida pela França com 33% e pelo Reino Unido com 29%. Portugal encontra-se na lista de mercados em expansão para 5% dos retalhistas.

A China reuniu a preferência de 27% dos retalhistas e os Estados Unidos da América estão na mira de um quarto dos retalhistas em 2016.

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