VERDADE OU MENTIRINHA

424

NÃO ADIANTA QUERER TAPAR O SOL COM A PENEIRTANo ano de 2011, Pedro Passos Coelho quando formou o (des)governo, acompanhavam-no 11 ministros e 36 secretários de Estado, num total de 48 membros.

No ano de 2013, após esta operação de cosmética realizada em 26 de Julho, integram o governo 14 ministros, entre os quais, o vice primeiro-ministro Paulo Portas e 42 secretários de Estado, num total de 57 membros (sem contar com o primeiro ministro).

Em apenas dois anos e tendo em conta o “cortar nas gorduras do Estado”, os ministros subiram de 11 para 14 e o número de secretários de Estado subiu de 36 para 42.

Aguenta Portugal, não tentem tapar o Sol com uma peneira…

As grandes novidades do pobre burgo:

Assim, entraram para o (des)governo três novos ministros a saber:

Rui Machete, que substitui o agora vice-primeiro-ministro Paulo Portas como ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros;
António Pires de Lima, que assume a pasta da Economia e que substitui Álvaro Santos Pereira:
Jorge Moreira da Silva, que assume o novo ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia.

Mas, atenção que entre ministros, só um saiu, o da Economia, Álvaro Santos Pereira.

Em termos orgânicos:

Ministra Assunção Cristas, deixa de tutelar o Ordenamento do Território e do Ambiente, ficando-se pela tutela do Ministério da Agricultura e do Mar;
Ministro Pedro Mota Soares, manteve a tutela que tinha até então (Solidariedade e Segurança Social), acrescentando-lhe a área do Emprego, sacada ao Ministério da Economia.

Quem são os 14 “magníficos” de Pedro Passos Coelho:

Paulo Portas;
Maria Luís Albuquerque;
Rui Machete;
José Pedro Aguiar-Branco;
Miguel Macedo;
Paula Teixeira da Cruz;
Luís Marques Guedes;
Miguel Poiares Maduro;
Jorge Moreira da Silva;
António Pires de Lima;
Assunção Cristas;
Paulo Macedo;
Nuno Crato;
Pedro Mota Soares.

Ainda não acabou, agora vamos aos secretários de Estado e respectivas “danças de cadeiras”. Tomaram posse oito novos secretários de Estado, enquanto 11 foram reconduzidos nos cargos que já ocupavam no (des)governo:

Para o gabinete do vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, tomaram posse Miguel Morais Leitão (secretário de Estado adjunto) e Vânia Dias da Silva (subsecretária de Estado adjunta);
Para o ministério dos Negócios Estrangeiros, agora entregue a Rui Machete, entraram Luís Campos Ferreira (secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação) e Bruno Maçães (secretário de Estado dos Assuntos Europeus). Foi reconduzido no cargo de secretário de Estado das Comunidades Portuguesas José Cesário.
Para o ministério da Economia, António Pires de Lima reconduziu Sérgio Monteiro como secretário de Estado das Infra-estruturas, Transportes e Comunicações e Adolfo Mesquita Nunes no Turismo, mas são novidade, Leonardo Melo Mathias como secretário de Estado adjunto e da Economia e Pedro Pereira Gonçalves como secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade.
Para o ministério do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, reconduziu Artur Trindade na Energia (pelouro que estava dependente do Ministério da Economia) e Paulo da Silva Lemos como secretário de Estado do Ambiente, mas este último, abandona a pasta do Ordenamento do Território, entregue a Miguel Castro Neto, outro membro novo que ficará também com a Conservação da Natureza.
Para o ministério da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas (que perdeu a tutela do Ambiente e Ordenamento do Território), conservará quatro dos seus cinco secretários de Estado. A exceção é Paulo da Silva Lemos, que transita para o Ministério de Moreira da Silva.
Para o ministério Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, substituiu Pedro Roque por Octávio Félix de Oliveira na pasta do Emprego (que até agora estava na Economia) e indicou Agostinho Branquinho para o lugar de secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, na sequência da saída de Marco António Costa, que vai ser coordenador e porta-voz da direção do PSD.
Para o ministério da Educação, Nuno Crato, substituiu um dos seus secretários de Estado, entrando para a secretaria de Estado do Ensino Superior José Ferreira Gomes.

Saíram do governo 4 secretários de Estado, a saber:

1.       Francisco Almeida Leite, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação;
2.       João Filipe Queiró, secretário de Estado do Ensino Superior,;
3.       Marco António Costa, secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social;
4.       Pedro Roque, secretário de Estado do Emprego.

Muito bem, os meus sinceros parabéns, assim não vamos lá… já estamos lá.

Ser português nos dias que correm é um verdadeiro orgasmo!…

Partilhe:



Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*


CAPTCHA Image

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

O site 'ipressJournal' utiliza cookies para melhorar a experiência de navegação do visitante. LER MAIS

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close