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Apresentação do livro "Discreto Cavalheiro" na Amadora

Apresenta√ß√£o do livro “Discreto Cavalheiro” na Amadora

O Audit√≥rio Rog√©rio Rodrigues, na Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, Amadora, recebe no Dia Mundial do Livro, 23 de abril, a partir das 14h30, a apresenta√ß√£o do livro ‚ÄúDiscreto Cavalheiro‚ÄĚ (Ancora Editora, 2022), obra vencedora da 24.¬™ Edi√ß√£o do Pr√©mio Liter√°rio Orlando Gon√ßalves – Modalidade Fic√ß√£o Narrativa, do escritor Ant√≥nio Garcia Barreto.

A obra ser√° apresentada por Miguel Real.

Entrada livre.

Sinopse | ‚ÄúDiscreto Cavalheiro‚ÄĚ de Ant√≥nio Garcia Barreto

Nos anos 30 do s√©culo XX, em pleno consulado de Salazar, a morte inesperada do Professor Cartago, um latifundi√°rio alentejano, arque√≥logo amador com trabalhos de campo na cidade romana de Ammaia (Aramenha/Marv√£o), levanta d√ļvidas aos seus filhos. O Professor √© uma figura pr√≥xima do regime vigente na √©poca, lavrador rico, vi√ļvo recente, pessoa discreta, de parcas palavras e gestos.

A morte do Professor é tratada pelas autoridades como um acidente ocorrido na sequência de uma queda em Ammaia.
Os filhos discordam e tentam esclarecer a situação. Recorrem aos serviços de um detetive privado, João Raposo, antigo polícia de investigação criminal, cujo trabalho está bem cotado entre as classes altas da sociedade.

O detetive percorre vários locais de Lisboa, desloca-se a Castelo de Vide e às ruínas da cidade de Ammaia. Durante essa investigação João Raposo é vigiado por elementos da PVDE, a polícia secreta do Estado Novo. Enfrentando silêncios e ataques de gente ao serviço de um tal coronel Pereira, a conclusão a que o detetive chega é surpreendente. A morte do Professor Cartago nada tem a ver com o relatado pelas autoridades.

Sobre | António Garcia Barreto

Escritor e gestor de recursos humanos.

António Garcia Barreto nasceu na Amadora.
Licenciou-se em Hist√≥ria pela Faculdade de Letras de Lisboa. Enquanto militar participou na guerra colonial em Mo√ßambique. Colaborou nos jornais ¬ęNot√≠cias¬Ľ de Louren√ßo Marques (Maputo), ¬ęRep√ļblica¬Ľ, ¬ęDi√°rio¬Ľ, ¬ęO Ponto¬Ľ e ¬ęDi√°rio Popular¬Ľ. Alguns dos seus textos constam de seletas escolares. Nos anos de 1980/81 criou e dirigiu a Oficina do Tio Lunetas, p√°gina infantojuvenil do jornal ¬ęNot√≠cias da Amadora¬Ľ. Publica o blogue “Viagens por dentro dos dias”.

O Prémio

O Pr√©mio Liter√°rio Orlando Gon√ßalves, institu√≠do em 1998 pela C√Ęmara Municipal da Amadora, tem por objetivo, por um lado, homenagear a mem√≥ria do escritor e jornalista Orlando Gon√ßalves e por outro incentivar a produ√ß√£o liter√°ria, contribuindo para a defesa e enriquecimento da l√≠ngua portuguesa. Este pr√©mio, no valor de cinco mil euros, destina-se a galardoar, anualmente e de forma alternada, uma obra de fic√ß√£o narrativa e um trabalho jornal√≠stico de investiga√ß√£o ou grande reportagem.

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