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Rea√ß√Ķes √† retirada das moedas de 1 de 2 C√™ntimos!

A Comiss√£o Europeia, informou na passada ter√ßa feira, que estuda a retirada de circula√ß√£o das moedas de 1 e 2 c√™ntimos, devido aos elevados custos de produ√ß√£o das mesmas, mas j√° conta com alguma rea√ß√£o do mercado, associado ao receio dos consumidores, provocando com elimina√ß√£o daquelas moedas, um aumento os pre√ßos. Jorge Morgado, secret√°rio-geral da DECO, em declara√ß√Ķes √† Ag√™ncia Lusa, admitiu que “o desaparecimento destas moedas pode produzir, atrav√©s dos arredondamentos, um ligeiro aumento do pre√ßo de alguns produtos”. Jo√£o Vieira Lopes, o presidente da Confedera√ß√£o do Com√©rcio e Servi√ßos, fez declara√ß√Ķes que v√£o no mesmo sentido, “o consumidor ...

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Dia da Europa comemorado em Portugal!

O Dia da Europa foi comemorado em portugal com um programa que incluiu col√≥quios, semin√°rios, concertos de m√ļsica, exibi√ß√Ķes de filmes e a entrega do Pr√©mio Jacques Delors. A Comiss√£o Europeia comemorou o Dia da Europa em Portugal com uma nova edi√ß√£o da “Bolsa do Empreendedorismo 2013”, uma iniciativa de apoio √† economia e ao emprego, que teve lugar na Universidade de Lisboa, e que se destinava aos empreendedores portugueses. O Pr√©mio Jacques Delors, que todos os anos distingue um trabalho de investiga√ß√£o, em l√≠ngua portuguesa, sobre a Uni√£o Europeia,¬† no valor de cinco mil foi atribu√≠do a Sophie Perez ...

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Lisboa é destino preferencial na rota do turismo de cruzeiro!

Lisboa cresce como destino preferencial no Turismo de Cruzeiro, revela um estudo elaborado a partir de um inquérito a cerca de mil passageiros em 2012, patrocinado pelo Turismo de Lisboa e pela Administração do Porto de Lisboa. Segundo o Observatório do Turismo de Lisboa, entidade que divulgou o estudo, o grau de satisfação médio dos turistas de cruzeiro que participaram no inquérito, depois de terem visitado a cidade, é de 8,3 numa escala de 1 a 10. Mais de metade dos entrevistados, considera que as expetativas foram largamente superadas, no habitual passeio que os passageiros de cruzeiro, fazem em cada ...

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SE UNS APUPOS INCOMODAM MUITO O GOVERNO, UM BISPO DAS FORÇAS ARMADAS INCOMODA MUITO MAIS

Esta semana, no meio de toda a sensaboria de declara√ß√Ķes de boas inten√ß√Ķes do governo, que assim vai mantendo as pessoas naquele ‚Äúbanho-maria‚ÄĚ de preocupa√ß√Ķes e incertezas quanto ao futuro, se √© que ele vai mesmo chegar, ca√≠ram que nem √°gua em azeite a ferver, as declara√ß√Ķes de D. Janu√°rio Torgal Ferreira, em√©rito Bispo das For√ßas Armadas e sobejamente conhecido por n√£o mandar dizer por ningu√©m aquilo que pensa da vida que a todos diz respeito, sobre os mandos e desmandos de quem nos governa e seus sat√©lites. O que D. Janu√°rio ter√° declarado frente √†s c√Ęmaras da TVI, entre ...

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ANATOMIA DA CRISE

Crise, deve ser o voc√°bulo mais utilizado nas conversa√ß√Ķes di√°rias dos portugueses. Hoje em dia, qualquer conversa nos leva a ela e nunca a culpa de qualquer coisa teve uma paternidade t√£o √≥bvia e inquestion√°vel. Como raramente acontece, neste caso a culpa n√£o morre √≥rf√£ e muito menos solteira. A crise carrega em si a culpabilidade de tudo o que nos acontece, mas no fundo, com tanta unanimidade na atribui√ß√£o da culpa de tudo √† crise, de quem √©, afinal a culpa dela pr√≥pria? Ao concedermos √† crise uma identidade pr√≥pria, ela acaba por se dissipar e escapar ao julgamento ...

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PUPILOS DO EX√ČRCITO – CRIAR CIDAD√ÉOS √öTEIS √Ä P√ĀTRIA

Nunca, como nos dias de hoje, se justifica tanto que o nosso olhar para a sociedade deva ser um olhar de integra√ß√£o, de procura de solu√ß√Ķes, de optimiza√ß√£o de meios. A situa√ß√£o de crise generalizada leva a que muitos de n√≥s tenhamos de cortar em despesas e de rever alguns h√°bitos, algumas formas de viver que, at√© h√° bem pouco tempo, se davam como adquiridas. O mesmo se passa com o universo das institui√ß√Ķes. E nesse grande e imenso universo de gabinetes, de secretarias, de funda√ß√Ķes, de empresas p√ļblicas, etc., etc., mais uma vez surge uma nuvem negra sobre os ...

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O PERIGO DE UM VERDADEIRO APRENDIZ DE FEITICEIRO

Isto de querer ser aprendiz de feiticeiro tem que se lhe diga, n√£o √© f√°cil, √© preciso trabalhar muito na arte dos feiti√ßos. O pretendente deve estar imbu√≠do numa pan√≥plia de saberes te√≥ricos e pr√°ticos, bem como, ter arte e o engenho para se banhar nas mesmas √°guas dos grandes mestres da feiti√ßaria, ou seja, tem de pertencer ao ‚Äúclube‚ÄĚ em toda a sua plenitude, tarefa que segundo consta, n√£o √© f√°cil de se atingir √† primeira, h√° quem defenda que, s√≥ l√° chegam os eleitos e com provas do saber-fazer. O aprendiz de feiticeiro quando se prop√Ķe a fazer ...

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A PACI√äNCIA DOS DEUSES N√ÉO √Č ETERNA!

O m√™s de Junho, apesar de j√° ter passado, merece uma palavra especial – √© que n√£o passou o que nele se nos coloca de interroga√ß√£o. De facto, o m√™s de Junho parece ser bom m√™s para se nascer (como √©, por exemplo, o meu caso) e obviamente para se fazer anos (embora o que seria realmente interessante √© desfaz√™-los!) ‚Äď √©, em qualquer caso, um m√™s de ausp√≠cio, de luz, de calor. Mas √© tamb√©m o m√™s do meio e a partir do qual os dias come√ßam a minguar. E simboliza algo de invenc√≠vel: o facto de ao apogeu ...

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‚ÄúMASSA √Ä BOLONHESA‚ÄĚ

Anda para a√≠ tudo, outra vez, numa roda-viva ‚Äď professores, alunos, pais, ministros, minist√©rio, universidades. E, bem vistas as coisas, tudo por causa de Bolonha. Que √© preciso acertar o passo com o futuro ‚Äď uma aposta na ci√™ncia e tecnologia, na mobilidade e na empregabilidade. Mas que √© isso de Bolonha, afinal? Claro que pretende ser muita coisa, mas o que √©, no fundo, √© uma met√°fora da pr√≥pria Europa. Os seus governantes, observando a caldeirada que tudo isto √©, acharam que essa variedade estava a entravar a marcha triunfal de uma Europa que n√£o havia meio de conseguir ...

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OP√á√ēES ESTRAT√ČGICAS DE PORTUGAL

(subs√≠dios para uma discuss√£o livre) ‚ÄúS√≥ h√° ventos favor√°veis para quem conhece o destino‚ÄĚ S√©neca Quest√Ķes Fundamentais: O que fazer para mudar as atitudes na sociedade portuguesa? O que fazer para evitar o derrotismo e o fatalismo e incentivar o m√©rito e a ambi√ß√£o? Que formas de participa√ß√£o pol√≠tica e social inovadoras e novos canais de comunica√ß√£o e divulga√ß√£o podem ser criados para recuperar o interesse das pessoas pela participa√ß√£o p√ļblica e c√≠vica? O Discurso Arcaico: Somos um pa√≠s pobre, pequeno e perif√©rico, por onde, h√° cinco s√©culos deixou de passar a civiliza√ß√£o, onde os l√≠ricos que aspiraram a libert√°-lo, ...

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