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Climáximo concretizou ação de bloqueio à Galp Sines
Ativistas da Climáximo frente à uma das entradas da Refinaria da Galp em Sines

Climáximo concretizou ação de bloqueio à Galp Sines

O colectivo Climáximo bloqueou durante várias horas as entradas de viaturas na Refinaria da Galp em Sines, iniciativa que redundou em sucesso, como foi considerado no plenário com todos os activistas reunidos no final, frente à entrada principal daquela instalação.

Dois autocarros saíram de Lisboa e Porto para levar todos os activistas até ao ponto de encontro da manifestação, e caminhar daí até à entrada da Refinaria da Galp em Sines. Com esta ação, os mais de cem ativistas bloquearam durante várias horas a infraestrutura que produz as maiores emissões de gases de efeito de estufa em Portugal.

Durante o decorrer da ação, foram distribuídos panfletos aos trabalhadores da refinaria com os quais os activistas se cruzaram, sobre os motivos da ação. No final do dia voltaram a reunir-se para declarar o final de ação numa assembleia com a participação de todas as pessoas envolvidas.

“Viemos aqui reivindicar menos emissões, uma transição justa e democracia energética, e podemos dizer claramente que a mensagem passou”, referiu Mariana Gomes, uma das porta-vozes da ação. Já Carolina Falcato, também porta-voz, acrescenta que “a nossa casa continua a arder, a COP26 foi o último suspiro das instituições para evitar colapso total e prova que vamos nessa direção na mesma e já sabemos que a transição justa do Governo e da Galp não é nem transição nem justa”.

No final da ação, já sabendo do comunicado enviado pela Comissão Central de Trabalhadores da Petrogal, foi ainda apresentado um caminho futuro de presença do Climáximo em Sines, com uma formação sobre Transição Justa no próximo dia 27 de Novembro e um acampamento que culminará com uma ação, durante o próximo Verão porque, disseram “é aqui em Sines que se joga o futuro da transição justa em Portugal”.

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