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Inspetores do fisco à caça do arrendamento turistico clandestino!

A Autoridade Tribut√°ria vai para o terreno na dete√ß√£o de habita√ß√Ķes de arrendamento clandestino, sobretudo aqueles que s√£o habitualmente utilizados para fins tur√≠sticos, que ultimamente tem crescido em n√ļmero como cogumelos, n√£o reunindo as condi√ß√Ķes exigidas pela lei em vigor.

Segundo o Di√°rio de Not√≠cias publica esta quarta feira, os inspetores do “fisco”, v√£o repetir uma opera√ß√£o semelhante √† que foi realizada, aquando da fatura obrigat√≥ria, em que mais de setenta inspetores, levaram a cabo cerca de 860 a√ß√Ķes em estabelecimentos comerciais, que agora enfrentam coimas na ordem dos 5,2 milh√Ķes de euros.

O objetivo desta opera√ß√£o, que lan√ßa no terreno, inspetores disfar√ßados de consunidores normais, vai identificar casas para f√©rias, o chamado arrendamento tur√≠stico paralelo, que n√£o reunem as condi√ß√Ķes legais, para uma atividade, que tem afetado gravemente a hotelaria no seu todo.

A not√≠cia do DN refere-se aos alugures de curta dura√ß√£o, foca-se nas casas de f√©rias clandestinas, um setor que a Tr√≥ka, considera ser de grande evas√£o fiscal, sendo urgente atacar, para reduzir os efeitos de uma atividade que se tem prolongado nos anos, sem que alguma vez se tenha conhecido, a√ß√Ķes de fiscaliza√ß√£o.

Segundo a not√≠cia, as a√ß√Ķes destes inspetores da finan√ßas, s√£o legais, desde que o dec.lei que regulamenta a org√Ęnica da Autoridade Tribut√°ria e Aduaneira, foi promulgado.

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A Autoridade Tribut√°ria vai para o terreno na dete√ß√£o de habita√ß√Ķes de arrendamento clandestino, sobretudo aqueles que s√£o habitualmente utilizados para fins tur√≠sticos, que ultimamente tem crescido em n√ļmero como cogumelos, n√£o reunindo as condi√ß√Ķes exigidas pela lei em vigor. Segundo o Di√°rio de Not√≠cias publica esta quarta feira, os inspetores do "fisco", v√£o repetir uma opera√ß√£o semelhante √† que foi realizada, aquando da fatura obrigat√≥ria, em que mais de setenta inspetores, levaram a cabo cerca de 860 a√ß√Ķes em estabelecimentos comerciais, que agora enfrentam coimas na ordem dos 5,2 milh√Ķes de euros. O objetivo desta opera√ß√£o, que lan√ßa no…

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One comment

  1. O Estado devia ter um minimo de vergonha e deixar-se de hipocrisias.
    Sendo verdade verdade que existem muitas moradias arrendadas ilicitamente, mais verdade é que não se pode tratar tudo da mesma forma.

    Sei que existe muita gente que tira grandes proveitos de tais arrendamentos, assim como também há muita gente que vive em grandes dificuldades (especialmente idosos) e que rentabiliza mais qualquer coisa com imóveis que têm, os quais pagam IMI.

    Esta ca√ßa do fisco faz-me lembrar as famigeradas ca√ßas √† multa da policia, onde muitas vezes paga o justo pelo pecador, neste caso (do fisco) parece-me que quem vai pagar “tal factura” na maioria ser√£o os mais pobres, os que muitas vezes desconhecem os meios de se defender, em vez de quem realmente vive “√† grande” com o mesmo.

    J√° agora que o fisco est√° t√£o preocupado com estas receitas tribut√°rias, acho estranho que olhe com tanta aten√ß√£o para estes casos, e esque√ßa completamente os grandes grupos hoteleiros que s√£o que mais foge ao fisco com o denominado “planeamento fiscal” operado por grandes sociedades de advogados e consultoras especializadas em tais mecanismos. Se se fizer bem as contas √© maior o desfalque destes grandes grupos que os curtos arrendamentos espor√°dicos.

    N√£o h√° qualquer novidade nesta medida, √© mais do mesmo, ou seja, O ESTADO AO SERVI√áO DOS GRANDES GRUPOS…

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