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Movimento de Mercadorias paralisado em Sines e Leixões

Movimento de Mercadorias paralisado em Sines e Leixões

A movimentação de mercadorias nos portos de Sines e de Leixões está parada e o respetivo desalfandegamento com contentores impedidos de entrar em solo nacional, devido à greve dos funcionários da AT da área aduaneira, convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), cujo protesto vai no terceiro dia.

Atualmente estão diversos contentores estão em fila de espera em Sines, a aguardar oportunidade de saída do principal porto nacional, o que representa mais de metade do total de carga movimentada no país. Refira-se que só são libertadas mercadorias abrangidas pelos serviços mínimos, como são exemplo os produtos perecíveis.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), a adesão à paralisação nacional, está a ter grandes repercussões em Sines, causando naturalmente constrangimentos no desalfandegamento de outras cargas, destinadas, nomeadamente, à indústria automóvel, consumo, têxtil, ou fornecimento de brinquedos e artigos de natal, entre outros produtos.

No porto de Leixões, o panorama é semelhante. Como consequência da adesão à greve, a triagem de mercadorias está totalmente paralisada, com contentores retidos, exceto os que contêm produtos perecíveis, ou outros abrangidos no acordo de serviços mínimos, que são autorizados a descarregar.

Como a greve dos trabalhadores da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), se prolonga até domingo, é previsível que a entrada de mercadorias continue a sofrer perturbações em vários pontos do país.

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