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O Goldman Sachs j√° nomeou o seu novo pt.boy

O Goldman Sachs, a conhecida cadedral da “high finance” com sede nos Estados Unidos, que disp√Ķe da maior rede mundial de agentes evangelizados, patr√£o e dono da alma de in√ļmeras big estrelas politicas e financeiras do planeta, acaba de preencher uma lacuna que j√° estava em vazio desde h√† algum tempo, sendo not√≠cia ontem, a recente nomea√ß√£o de um Boy da nossa pra√ßa, a nova estrela “pt.goldman”, que passa a integrar o muito restrito “International Advisory Board”, que √© constituido apenas por 18 membros, todos eles pedras preciosas para o dito Sachs.

Para quem est√° habituado √†s maning√Ęncias, golpes, jogos e contra golpes do Goldman Sachs, diria mesmo, para quem est√° farto de sofrer na carne, as consequ√™ncias da sua politica de manipula√ß√£o e influ√™ncia a n√≠vel mundial, que tamb√©m nos toca a n√≥s lusos, esta not√≠cia s√≥ pode preocupar, porque nem o pa√≠s √© assim t√£o importante que mere√ßa ter um “boy” do Goldman residente, nem o “selecionado” √© uma sumidade em economia, ou figura de primeiro plano mundial, para ter sido o preferido, concerteza em detrimento de milhares de outros, cujo curriculum e agenda de contatos, √© do mais elevado padr√£o.

A carreira do “selecionado” s√≥ √© importante no “redil” do Quintal que descende de Don Afonso, apesar de sabermos que a partir do momento que passa a fazer parte do tal clube de cabe√ßas coroadas, todas as portas do planeta se abrem, porque n√£o √© o “selecionado” que est√° √† porta, √© o Goldman Sachs que quer entrar, por isso o nosso simp√°tico compatriota, entra em qualquer har√©m da alta roda financeira mundial, sem precisar de usar a espada.

Mas a quest√£o n√£o tem a ver com as novas mordomias que o “selecionado” passa a beneficiar, o que preocupa verdadeiramente com esta nomea√ß√£o, tem mais a ver com algum novo plano engendrado na tal cave muito secreta do Goldman, √† qual s√≥¬† meia d√ļzias de “s√°bios” tem acesso, onde n√£o fazem outra coisa, que n√£o seja desenhar estrat√©gias para continuar a semear tost√Ķes e colher milh√Ķes, “sem pejo nem mejo” que √© como quem diz, nada preocupados que a colheita esteja manchada com o sangue da desgra√ßa, originado pelos seus esquemas agi√≥ticos.

O que nesta nomea√ß√£o nos intriga, n√£o √© o fato do “selecionado” ser quem √©, da fam√≠lia pol√≠tica que √©, dos cargos que ocupou, dos interesses que defendeu, ou das liga√ß√Ķes que tem a uma certa Bruxelas, a quest√£o tem mais a ver com o papel que lhe est√° destinado e onde √© que se enquadra esse papel, afinal, qual √© o plano? Ou ser√° apenas para dar continuidade ao plano antigo?

Sim porque… o Goldman nunca foi de dar de “gra√ßa” seja o que f√īr, at√© porque no fim, a coisa nunca tem gra√ßa e sabendo do prazer que os tais “s√°bios and Lloyd” sentem com os jogos e puzzles de poder, conhecendo-lhe a obsess√£o doentia que tem pelo milh√£o e pela manipula√ß√£o, conhecendo-lhe o modus operandi e os habituais “The End” que tiram do saco, at√© porque s√£o p√ļblicas algumas das suas jogadas no tempo, esta nomea√ß√£o n√£o √© motivo de regozijo para ningu√©m, apesar de alguns j√° andarem por a√≠, a tocar as bordas das ta√ßas, em brindes de sabor id√≠lico, que a prazo amargar√£o.

Mas j√° agora, s√≥ uma pergunta… O que √© que vem a seguir?

Carlos Santomor

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