Regresso às aulas em modo de ensino à distância

Regresso às aulas em modo de ensino à distância

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta feira o regresso às aulas, no próximo dia 14, terça feira, mas em modo de ensino à distância, por estarem para já, suspensas a aulas presenciais.

Na declaração dirigida ao País, António Costa, referiu que esta decisão se baseou na informação da equipa científica, que apoia a Direção Geral de Saúde e na opinião dos partidos representados na Assembleia da República, do Presidente da República e do Ministro da Educação.

No Pré-Escolar, “as atividades nos jardins de infância só podem ser retomadas quando forem revistas as atuais regras de distanciamento, que são impossíveis de cumprir em sala por crianças desta faixa etária, sendo prematuro definir um prazo seguro mesmo que indicativo”.

No ensino básico, do 1.º ao 9.º ano, “o terceiro período prossegue com o ensino à distância, recorrendo às emissões televisivas de conteúdo pedagógico que complementarão, o trabalho que os professores vêm mantendo com os alunos. Estas emissões diárias serão transmitidas, a partir do dia 20, no canal RTP Memória, que está acessível por cabo, por satélite e através da TDT”.

No ensino secundário, o Primeiro Ministro adiantou que o Governo “optou por adiar a decisão, continuando a acompanhar a evolução da situação para confirmar se e quando, se iniciarão em segurança as aulas presenciais do 11.º e do 12.º anos”.

Para já continuam em aberto, “as opções de retoma parcial das aulas presencias do 11.º e do 12.º durante o mês de maio”, ou de prosseguir “o ano letivo com ensino à distância, se a evolução da pandemia assim o exigir”, referiu António Costa.

Os exames do 11.º e do 12.º anos são adiados, “com a primeira fase a decorrer entre 6 e 23 de julho e a segunda fase entre 1 e 7 de setembro”, para que a atividade letiva possa estender-se até 26 de junho.

No final, António Costa referia que a forma como as aulas presenciais foram interrompidas e serão retomadas “está a ajudar toda a sociedade a vencer esta pandemia”, permitindo que cada aluno prossiga a sua formação, “sem prejuízos irreparáveis devido à situação que enfrentamos”.

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