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O confinamento dos dois fins-de-semana de Novembro provoca uma forte quebra na facturação de 77% dos profissionais do sector dos serviços. A conclusão resulta de um inquérito da Fixando, a plataforma online dedicada à contratação de serviços, junto de 6400 profissionais.
Quebra na facturação de 1.300 euros por negócio
Segundo o inquérito da Fixando, as quebras entre 9 e 13 de Novembro devem rondar, em média, os €1.300 por negócio/profissional. De facto, esta perda resulta das medidas que o estado de emergência impôs.
Além disso, 90% dos profissionais do sector terciário prevêem que, até ao final de 2020, o confinamento venha a provocar uma quebra na facturação ainda maior. Assim, a perda média mensal deverá rondar os €2.314 por negócio/profissional.
Alternativas e obstáculos do confinamento
Para atenuar o impacto do confinamento, os profissionais optaram por várias alternativas. Em primeiro lugar, surge a paragem temporária do negócio (39%). Em seguida, aparecem as alterações nos horários de trabalho (38%) e a transição para o trabalho remoto (28%).
Por outro lado, 58% dos inquiridos apontaram os maiores obstáculos causados pelo confinamento. Entre eles estão a descida na procura e o medo dos clientes em estar em contacto com os profissionais. Também referiram a dificuldade em adquirir materiais de trabalho.
Universo do inquérito à quebra na facturação
O inquérito abrangeu profissionais inscritos na plataforma www.fixando.pt, residentes em Portugal, de ambos os géneros, com idade igual ou superior a 18 anos.
No total, a Fixando contactou e inquiriu 6400 profissionais, utilizadores da plataforma, entre 9 e 13 de Novembro de 2020.
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