Aniversário da Companhia Mascarenhas-Martins no Montijo

Aniversário da Companhia Mascarenhas-Martins no Montijo

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A Companhia Mascarenhas-Martins vai comemorar o seu aniversário com uma conversa e um concerto na Casa Mora, Montijo, a 6 de Janeiro.

A importância de espaços culturais para a criação artística será o ponto de partida para um encontro com início às 16h, com a presença de Paula Garcia (Teatro Viriato, Viseu), Pedro Barreiro (Teatro Sá da Bandeira, Santarém, entre 2015 e 2017) e Rodrigo Francisco (Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada). À noite, a Banda da Companhia, com alguns convidados, dedicará um concerto a recordar momentos marcantes e esquecidos do Festival da Canção. A entrada é livre.

2017 foi um ano repleto de actividade para a Companhia Mascarenhas-Martins. Apresentou-se pela primeira vez em Lisboa, numa co-produção com o Teatro Aberto, com o espectáculo Tentativas Para Matar o Amor, a partir do texto de Marta Figueiredo vencedor do Grande Prémio de Teatro Português SPautores/Teatro Aberto 2015 (o qual passou em Novembro pelo Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida, Montijo). Em co-produção com o Teatro Viriato e o Centro Cultural Vila Flor, e em parceria com a Câmara Municipal de Montijo, Junta de Freguesia da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro e Câmara Municipal de Setúbal, apresentou o projecto Um D. João Português, com dramaturgia e encenação de Luis Miguel Cintra, que ao longo do ano fez quatro residências artísticas em Montijo, Setúbal, Viseu e Guimarães. Em Maio, organizou o micro-festival A Música Vai Com as Outras, que contou com actuações de Mazgani, Vitória e Nightjar, entre várias outras actividades.

No evento marcado para Dia de Reis, a Companhia propõe uma reflexão a partir das experiências de diferentes espaços culturais, sem os quais as novas estruturas de produção artística dificilmente conseguem trabalhar. Que relação é possível e desejar criar entre programadores e artistas? Que impacto tem a maneira como se programa na vida de um determinado território? Como será possível contribuir para uma maior estabilidade das estruturas artísticas profissionais para que possam desenvolver o seu trabalho numa perspectiva de longo prazo? Estas são algumas das questões que deverão ser debatidas ao longo da tarde.

À noite, no segundo momento de comemoração, a Banda da Companhia, com alguns amigos, oferecerá ao público um concerto encenado em que serão evocados momentos do Festival da Canção desde os anos 60 até ao presente. De reinvenções de êxitos conhecidos do grande público, até à recordação de canções cuja memória se perdeu, passar-se-á em revista meio século de história da música ligeira portuguesa.

A Companhia Mascarenhas-Martins, fundada em 2015 no Montijo, é uma associação cultural que tem como principal finalidade produzir objectos artísticos nas áreas do teatro, música, cinema e audiovisual, literatura e artes plásticas, entre outras.

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