Argentina entrou em incumprimento no pagamento da dívida!

1140

A Argentina entrou em incumprimento após a rotura das negociações com os fundos de investimento credores, doze anos depois de ter estado em situação de bancarrota pela última vez.

O anúncio do incumprimento foi feito por Daniel Pollack, o mediador nomeado pela Justiça norte americana, logo após o fracasso da reunião entre as partes, na passada quarta feira, com a divulgação de um comunicado onde se afirmava, que a Argentina “não tinha cumprido nenhuma das condições, resultando daí, o incumprimento a partir daquele momento”.

No discurso à nação esta quinta feira, Cristina Kirchner a presidente, responsabilizou a justiça norte americana e particularmente o juiz “Thomas Griesa”, por ter bloqueado o depósito de 539 milhões de Dólares, que o país tinha no Bank of New York Mellon, para amortizar uma parte dos 1,33 biliões de dólares em dívida, aos fundos credores.

Num discurso que deixou os argentinos mais confusos do que já estavam, a presidente deixou a idéia de que os reformados e consumidores em geral, vão ser os mais afetados, por causa das exigências dos fundos especuladores e da decisão do juiz “Thomas Griesa”, anunciando um pacote de medidas restritivas, que segundo afirmou, visam fazer face à situação que o país enfrenta.

As negociações com os credores vão entretanto continuar, numa nova reunião de negociação agendada para esta sexta-feira, pelo juiz norte americano.

Segundo um porta-voz do governo argentino, o incumprimento só aconteceu, porque o governo foi confrontado pela justiça norte americana, com a obrigação de pagar os 1,33 biliões de dólares em dívida aos fundos credores, que se recusaram a renegociar o pagamento da dívida de 2002, bloqueando o depósito de 539 milhões de Dólares, até a situação estar resolvida.

Partilhe:



Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*

Comment moderation is enabled. Your comment may take some time to appear.

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

O site 'ipressJournal' utiliza cookies para melhorar a experiência de navegação do visitante. LER MAIS

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close