A TROIKA QUE SÓ VÊ NÚMEROS, AGORA QUER VER SANGUE

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Conforme o Diário Económico, a Troika na sua última passagem por Lisboa voltou a pressionar o governo para, baixar o salário mínimo e fazer cortes nas prestações sociais, principalmente no que diz respeito à duração do subsídio de desemprego.

Contudo, o hipotético corte do salário mínimo, proposto pela troika, foi “rejeitado e repudiado” pelo Governo, segundo declarou ao DE, uma fonte próxima do processo.

Estas propostas foram também mal recebidas pelo ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, e pelo ministro da Segurança Social, Pedro Mota Soares.

Esta não é a primeira vez que a troika tenta fazer mexidas no mercado laboral nacional.

No relatório da sétima avaliação ao programa de ajustamento português, o Fundo Monetário Internacional (FMI) verificou que, e segundo pode ler-se no documento, “continua pouco claro quanto tempo vai demorar a completar o ajustamento do mercado de trabalho, sem medidas induzidas por políticas para facilitar a redução do salário nominal”.

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