CONSULADO PORTUGUÊS EM MAPUTO RECOMENDA “PRECAUÇÃO REDOBRADA”

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Leopardo do Gilé

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Consulado de Portugal em Maputo partilhou e distribuiu na terça-feira dia 21 de Janeiro de 2014, à comunidade portuguesa residente em Moçambique um conjunto de recomendações de segurança para evitar a vaga de raptos no país, com quatro casos registados nos primeiros cinco dias do ano, entre outros por confirmar, visto que a maioria não apresenta queixa a Polícia de Moçambique – PRM. Num comunicado em que tivemos acesso, o consulado admite “ter consciência de situações e incidentes ao nível de segurança e criminalidade, que têm ocorrido com alguma frequência”, na zona metropolitana de Maputo, numa menção à vaga de raptos que recrudesceu no início de 2014.

O Consulado apela aos cidadãos para que lhe “comuniquem as diferentes ocorrências de que sejam vítimas”, bem como, às autoridades moçambicanas, a representação diplomática portuguesa apresenta 10 recomendações para evitar os raptos.

Entre os diferenciados avisos, o consulado apela para a “diversificação de rotinas”, para o “uso de diferentes veículos” e para as pessoas não se deslocarem sozinhas., em suma, “esteja mais atento a carros ou pessoas que o possam seguir. Em muitas situações, as vítimas e os guardas dos imóveis referem que já haviam visto uma determinada viatura nos dias ou semanas que precedem o crime”, lê-se na nota partilhada à comunidade portuguesa.

O Consulado vinca que, “sempre que se sinta ameaçado, nunca entre em pânico e tente de imediato chegar a pontos mais seguros, como polícia, instituições, bancos, centros comerciais, locais de grande movimento. Mantenha o seu telefone com fácil acesso”.

Desde o início deste ano, três empresários Moçambicanos foram raptados na zona metropolitana de Maputo e uma criança de oito anos foi sequestrada na cidade da Beira, no centro de Moçambique. O sentimento de impunidade parece que ainda perdura nos raptores, com algumas testemunhas a referirem, que são os próprios polícias, os executantes dos raptos.

Por: Leopardo do Gilé algures em Moçambique
“escreve sem o acordo ortográfico”

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