Concessionários de áreas balneares perspetivam a ruina

Concessionários de áreas balneares perspetivam a ruina

Os concessionários das áreas balneares perspetivam um ano negro, com sérias repercussões futuras, face aos condicionalismos impostos pela pandemia, com uma previsível paralisação da sua atividade, o que para estas pequenas empresas, significa a ruína.

Este nicho do setor turístico, baseado no “Sol e Mar” e constituído por micro empresas, que normalmente tem três ou quatro meses por ano para faturar, vive por estes dias momentos complicados, sem saber o que fazer relativamente a investimentos, contratação de efetivos e programação do verão.

Para este sub setor do turismo, com responsabilidade na gestão diária de praias e piscinas, com encargos e custos diretos que não conseguem contornar, soma-se a incerteza relativamente à contratação de efetivos, especialmente nadadores salvadores, elemento obrigatório que garante a segurança dos utentes nas concessões, mas que para esta temporada serão uma dificuldade maior, por não se terem realizado cursos, a que se junta a indisponibilidade de muitos dos atuais licenciados, devido à invasão pandémica.

Depois as medidas do estado de emergência, até podem vir a ser atenuadas, mas não vão liberalizar a circulação e o aglomerado de pessoas até ao fim do ano, como António Costa o Primeiro Ministro já foi adiantando.

De norte a sul do país, o problema que os concessionários enfrentam é o mesmo, com especial destaque para o Algarve, região que depende essencialmente do número de turistas que rumam ao sul, mas que devido aos atuais condicionalismos, também não serão motores da economia local, já se perspetivando por isso, a não abertura de algumas zonas balneares na região.

Carlos Santomor

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