Nesta Guerra sem armas contra um inimigo muito poderoso

Nesta Guerra sem armas contra um inimigo muito poderoso

Com a propagação do coronavirus que já soma milhares de vítimas indiferenciadas, por todo o planeta, a corrida pelo desenvolvimento de uma vacina, ou medicamento que trave a sua progressão, está a atingir níveis de segurança impensáveis, mas perigosos, com dezenas de laboratórios a acelerar ao atropelo dos melhores princípios éticos, novos programas de investigação.

A China, Alemanha, França e Estados Unidos, são para já os paises que sabemos estarem nesta competição, mas há muito mais laboratórios internacionais, que sem publicitarem o que estão a fazer, trabalham para surpreender com uma opção de tratamento e cura para o COVID-19, um inimigo que já demonstrou, ser muito poderoso.

Os Estados Unidos liderados por um presidente com problemas cognitivos, que tem dificuldades em processar toda a informação que lhe está a chegar, estão a investir milhões de dólares nessa corrida, apenas com objetivos mercantilistas, porque para Donald Trump, o que está em jogo, não são as vítimas humanos que se perspetivam, mas antes, a economia, o mercado de ações, que caminha para o abismo, arrastando milhões de americanos socialmente mais frágeis, para quem a vida é bem mais valorosa que o dólar.

As consequências do impacto desta pandemia, que não tem para já dados comparaveis em volume e dimensão, estão a levar ao pânico, políticos aventureiros como Boris Johnson, que já foi obrigado a infletir os planos que estavam a arrastar o Reino para a tragédia e a tentar remediar com politicas, que apesar da informação que já tem, ainda são “muito lentas”, continuando a passar ao lado da urgência, que já devia ter implementado hà quinze dias.

Mas claro, depois também temos outros em cargos de liderança, totalmente impreparados para a função, que não fazem a minima idéia do que estão a enfrentar, por pura ignorância, capazes de classificar de “lunáticas” as decisões de bom senso, como é o caso de Jair Bolsonaro, um género inqualificável, cuja resposta à crise que se avizinha, num Brasil carente de recursos e meios sanitários, vai afetar rapidamente, uma população sem condições de proteção e isolamento, arriscando um fardo que marcará esta presidência, pela incompetência e mau carater.

O mundo enfrenta por estes dias, uma tragédia pior que um estado de guerra, onde o inimigo invisível e imprevisivel, cuja arma de ataque está no próprio ser humano, no Chefe, no familiar, no vizinho, no amigo ou simplesmente no transeunte com quem nos cruzamos, que não conhecemos, nem apresenta sinais de infetado, pelo contrário, é simpático, sorridente, que irradia boa disposição, enquanto inconscientemente, projeta o virus que dependendo do receptor, pode ser mortal…

Sejamos realistas, até que seja encontrada uma solução eficaz, o antídoto contra esta pandemia, somos nós próprios, começa nos atos que praticamos e nas decisões que nos impelem a seguir rigorosamente, as orientações e os alertas das autoridades de saúde pública, como deve ser, adotando comportamentos de proteção, ficando em casa, ou protegidos no local de trabalho, evitando rotas e locais públicos, filas ou aglomerados de gente, retornando a casa logo que possível, onde os primeiros gestos devem ser descalçar sapatos, lavar ou desinfetar as mãos, tomar um banho e estar atento às informações que chegam, difundidas pelos orgãos de comunicação mais credíveis e responsáveis.

#FIQUE EM CASA

Carlos Santomor
Editor

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