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A Insegurança nas redes pode provocar nova crise
A Insegurança nas redes pode provocar nova crise

A Insegurança nas redes pode provocar nova crise

O bloqueio planetário provocado pelo novo coronavirus, não veio só, foi aproveitado pelo cibercrime, para ataques a empresas, instituições e infraestruturas críticas, que se podem transformar em novos bloqueios para toda a sociedade.

A WatchGuard, especialista em segurança de redes, identifica num artigo enviado às redações, os principais desafios que as organizações enfrentam na atualidade, os quais justificam medidas extra de segurança TI, quer de foro tecnológico, quer de consciencialização das forças de trabalho:

  • 1 – Erro humano e vulnerabilidades: Se um hacker conseguir penetrar numa rede pertencente a uma infraestrutura crítica, pode não só tornar públicos os dados dos seus servidores, como também pôr em risco a própria população que se serve dessa infraestrutura. Um erro humano ou um programa informático cuja última versão tem uma vulnerabilidade não detetada são variáveis que não podem ser previstas pelos antivírus correntes. Além disso, os ataques contra este tipo de infraestruturas são normalmente muito sofisticadas, pelo que as soluções tradicionais de cibersegurança não conseguem, simplesmente, fazer-lhes frente.
  • 2 – Apagão nos serviços: Conseguindo encontrar falhas de segurança nas empresas de serviços essenciais, os cibercriminosos podem, inclusive, causar um apagão capaz de afetar uma cidade inteira, criando o caos e colocando em sério risco as pessoas cuja vida ou saúde dependam de uma máquina de hospital, por exemplo.
  • 3 – Incumprimento normativo: Ao risco de ataque somam-se as tais novas normativas NIS e RGPD, que estabelecem que os operadores de infraestruturas críticas com atividade na União Europeia devem tomar as medidas apropriadas para gerir os riscos de segurança. Também terá que informar acerca de incidentes sérios junto de uma autoridade nacional ou equipa de resposta a emergências informáticas. Incumprir esta legislação pode acarrear multas de até 100 milhões de euros!

A WatchGuard considera que hoje é mais importante que nunca que os operadores de infraestruturas críticas implementem soluções de segurança avançada, para se protegerem das novas tendências do cibercrime, muito sofisticadas, como o ransomware, os ataques de dia zero ou os ataques a dispositivos móveis de empregados e membros da direção.

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